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“Eu tô com saudade sabe? E não é dessas bobas que vem de noite e na manhã seguinte vai embora, é dessas que ficam e é como se fosse uma bola de aço que eu tenho que levar comigo onde quer que eu vá, do tipo que faz com que eu me arraste lenta e desanimadamente. Eu não sei se gosto dessa saudade horrorosa e dessa vontade imensa de ter você, porque na maior parte do tempo, dói. E é essa dor que é ruim. Eu queria mesmo era poder ficar por alguns longos segundos/minutos/horas/dias, agarrada ao teu peito e sentindo seu cheiro, mas não dá. Uma pena. E só pra finalizar, talvez, caso não tenha notado nessas linhas e entrelinhas… Eu não tô morrendo de saudade, tô vivendo dela e não quero mais.”
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“Pra sempre ou só por um momento?”
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“Olhei o rosto dela e pensei, merda, eu a amo.”
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“VocĂŞ se cansa de amores incompletos, de amores platĂ´nicos, de falta de amor, de excesso disso e daquilo. Se cansa do “apesar de”. Se cansa do rabo entre as pernas, da sensação de estar sendo prejudicado, se cansa do “a vida Ă© assim mesmo”. VocĂŞ se cansa de esperar, de rezar, de aguardar, de ter esperanças, cansa do frio na barriga, cansa da falta de sono. VocĂŞ se cansa da hipocrisia, da falsidade, da ameaça constante, se cansa da estupidez, da apatia, da angĂşstia, da insatisfação, da injustiça, do frenezi, da busca impossĂvel e infinita de algo que nĂŁo sabe o que Ă©. Se cansa da sensação de nĂŁo poder parar.”
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“O segredo é lançar aquele sorriso, e deixar os curiosos se perguntando o que te faz sorrir.”
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“O impossĂvel Ă© o possĂvel a dois.”